segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Estados Fundamentalistas: Um Palpite

Estados baseados em fundamentalismo islâmico são atrasados, ou melhor, retrógrados. Me explico. Vendo da minha ótica historiográfica judaico-cristã ocidental os países árabes não passaram pelas crises que assolaram a europa e nem pelas revoluções e tranformações que levaram o mundo ocidental a ser o que é hoje.
Pimeiro que a dissolução de guerreiros religiosos já se deu há muito tempo; ressaltando que grupos como o IRA e a Ku Klux Klan, apesar da motivação religiosa,tem um caráter meio que interno, se não de nação, porque o IRA é irlandês e a irlanda se separou do Reino Unido, ao menos religioso, porque é uma briga entre cristãos e não exatamente entre dois mundos de culturas totalmente diferentes.
Em segundo lugar porque as diversas revoluções européias e sua disseminação pela américa levaram-nos, ocidentais, a criar estados laicos. Novamente com ressalvas, visto que, a Espanha e o Reino Unido tem motivações religiosas. Mas mesmo esses dois países, apesar da motivação para aglutinação do estado ser religiosa, possuem estados não pautados e não focados em religião alguma. São estados de direito e democráticos.
Havia escolhido a palavra atrasados, mas não cabe. Porque o que aconteceu no oriente médio foi uma retomada árabe-muçulmana depois de uma forte dominação européia na região que terminou somente com a 2a guerra mundial.
Assim, digo que estados baseados em fundamentalismo são retrógrados. Visto da ótica ocidental, fundamentar um estado e submetê-lo a líderes religiosos é ignorar ao menos 200 anos de história, porque o primeiro grito contra isso vem de 1789, ano do início da revolução francesa.
Claro que não estou defendendo que a região deveria estar subordinada a interesses ocidentais. O que estou levantando é que eles também poderiam aprender algo dando uma olhadinha em um pedaço da história do lado de cá do mundo.

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