AVISO! ESTE POST FOI FEITO PARA SER PUBLICADO HÁ MUITO TEMPO ATRÁS!
Em 1945 George Orwell lançou uma obra entitulada "A Revolução dos Bichos". Parece que ela foi escrita ontem, no Brasil.
Eis a minha história.
Há muito tempo atrás vivia, num certo estado brasileiro, uma bela família de porquinhos. Essa família tinha um filhinho, de nome Ribamar.
Seus pais políticos eram porcos da ditadura que criaram Ribamar numa incrível fazendinha de super-poderes políticos e direitos para poucos. Advindo daquela época Ribamar cresceu e foi se tornando cada vez mais gordo, forte e conhecido.
Se achava tão generoso e bondoso em sua pequena fazenda que resolveu fazer com que ele mesmo se sentisse em cada casa em cada canto da fazendinha que passasse. Tanto que resolveu colocar seu nome em todas os menores cantinhos de lá.
Não havia um só recanto daquela bucólica fazenda que não aparece ao menos o nome de suas belas filha, mãe ou esposa.
Certo dia, Ribamar percebeu que podia abocanhar mais do que lhe parecera até então e que seus pares estavam com uma bela de uma gripe institucional, a gripe suína. Assim,
decidiu que iria conversar com outros amigos seus sobre uma idéia que teve já que um monte de porcos estava doente politicamente e ele se achava são.
Conversou com os burros, os veados, os ursos, as raposas, os touros e até uma lula que vivia ali perto no aquário da vaidade e da insensatez. Como todos o apoiavam decidiu então que sua força, gordura e boca grande eram capazes de vencer a força, gordura e boca grande do último porco-chefe que havia no chiqueiro. Ribamar arrancou-lhe a cabeça ao último porco chefe da casa e tornou-se o Vossa Excelência o Senhor Ribamar.
Depois de umas tantas fuçadas de seus compadres e de outras tantas porcalhadas suas. As águias da imprensa decidiram começar a bicá-lo.
Ribamar reclamou esperniou e fuçou tanto que foi ouvido pela lula ali perto, que espantou a imprensa com seus tentáculos e disse uma frase incrível dita antes por Orwell:
- Todos são iguais, mais uns são mais iguais que os outros.
(leia-se: Ribamar não é um porco comum e eu como uma lula que sou não posso ser bicada aqui debaixo d'água).
Assim o Senhor Excelentíssimo José RIBAMAR Sarney e o Senhor Luís Inácio
LULA da Silva estão felizes e impunes até agora.
Alguém ainda acha que o Brasil é um país sério?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
E Na Última Crise...
AVISO! ESTE POST FOI FEITO PARA SER PUBLICADO HÁ MUITO TEMPO ATRÁS!
Há um filme que todos na minha geração conhecem, chamado "História sem fim",
em que o no final o protagonista é obrigado a dar um nome a imperatriz do mundo fantástico de "Fantasia" para que aquele mundo não se desaparecesse e não perdesse pra sempre.
Eis que o capitalismo está passando pela mesma fase. O neoliberalismo que conhecíamos
foi-se. Não existe mais. Com a última crise, que insiste em não terminar, como todos sabem, muitas empresas simplesmente desapareceram quando estorou a bolha imobiliária nos Estados Unidos. Bancos foram estatizados e agências de créditos adquiridas pelo governo.
O caso agora é o seguinte, temos um filho da mais nova crise do capitalismo.
E ele não tem nome. Precisamos de um nome para que ele não desapareça pra sempre.
Seria isto novo um Neo-wellfare-state ou algo do genero?
Cá em terras tupiniquins vivemos esse híbrido há tempos sem percebermos. Bancos
estatais convivendo com privados, agências reguladoras em alguns setores de um lado
e a empresa brasileira de correios e telégrafos de outro.
Será que nós já havíamos inventados o mundo que agora surge na América? Desconfio que sim.
Mas quem leva a sério o Brasil? Nós mesmos? Acho que não.
Há um filme que todos na minha geração conhecem, chamado "História sem fim",
em que o no final o protagonista é obrigado a dar um nome a imperatriz do mundo fantástico de "Fantasia" para que aquele mundo não se desaparecesse e não perdesse pra sempre.
Eis que o capitalismo está passando pela mesma fase. O neoliberalismo que conhecíamos
foi-se. Não existe mais. Com a última crise, que insiste em não terminar, como todos sabem, muitas empresas simplesmente desapareceram quando estorou a bolha imobiliária nos Estados Unidos. Bancos foram estatizados e agências de créditos adquiridas pelo governo.
O caso agora é o seguinte, temos um filho da mais nova crise do capitalismo.
E ele não tem nome. Precisamos de um nome para que ele não desapareça pra sempre.
Seria isto novo um Neo-wellfare-state ou algo do genero?
Cá em terras tupiniquins vivemos esse híbrido há tempos sem percebermos. Bancos
estatais convivendo com privados, agências reguladoras em alguns setores de um lado
e a empresa brasileira de correios e telégrafos de outro.
Será que nós já havíamos inventados o mundo que agora surge na América? Desconfio que sim.
Mas quem leva a sério o Brasil? Nós mesmos? Acho que não.
Saudações
Saudações muito sérias. Depois de um período escuro e nefasto de ausência eis que está de volta o muito sério. Com anedotas perspicazes e piadas infames retorno ao célebre mundo da blogosfera com mais tenacidade e vivacidade para impetrar anarquia à esfera política brasilia, isto é, tocar o terror com os políticos.
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